Terça-feira, 27 de Maio de 2008

OS HOMOSEXUAIS NA HISTÓRIA

PARA MUITOS... A TRADIÇÃO AINDA É O QUE ERA EM TEMPOS IDOS...


A homosexualidade é tão antiga como a existência do    homo sapiens. Praticaram-na os povos primitivos, espelhos dos remotos estádios da humanidade actualmente civilizada. Praticam-na alguns mamíferos superiores, é possível que tivesse sido alguma prática ritual, derivada do rito da castração. A sodomia biblica que por extensão e como prática inibitória, se transformou em pederastia. Pondo de parte o mito de Orfeu e toda a mitologia, que é abundante em referência a homosexuais, apontando como tais: Jupiter e Ganimedes, Apolo e Jacinto, Hércules e Milas, a protohistória helénica, condensada na Ilíada, indica o herói Aquiles como amante homosexual de Potrócoles.

 O caso mais notável desse tempo, Solon, o legislador e Aristides, o general; o trágico Sofócoles e o intemerato Alcibíades; Socrates o grande filósofo cujo nome ficou ligado ao amor invertido, Platão, seu discípulo. Safo, a poetisa, crê-se ter sido quem primeiro exaltou a homosexualidade femenina, passando por ser sua iniciadora. Foi transplantada para Roma, porque na Grécia tinha sido requinte de intelectuais, e que proibiam os escravos de exercê-la.

Desde Julio Cesar, que foi um bisexual acentuado ( omnium virorum mulierem et omnium mulierum virum)

até o ultimo dos gladiadores, era prática corrente que sob o império de monstros como Tibério, Vitélio, Calígula, Adriano, Nero, Heliogábado, etc. atingindo proporções nunca, até então vistas nem repetidas depois. Nas letras, génios como: Vergílio, Horácio, e Ovídio, este último se não a praticou, cantou-a. No que toca ao Oriente, desde o próximo ao remoto, Egipto, Palestina, Arábia, Pérsia, Índia, China e Japão, há vestígios da sua remota antiguidade. Os livros sagrados referem-se a ele, em regra para o condenar, condenações de extraordinária dureza entre os hebreus. No domínio das letras e das artes, encontramos: Dante, Miguel Angelo,Leonardo de Vince, isto no que respeita aos naturais do territóorio que constitui a Itália. Na Prussia, Frederico o Grande Conde, era um uranista manifesto, a sua correspondência com Voltaire, deixa transparecer, pelos arroubos, os amúos, depois tudo seguido de perdão comovente, Voltaire não era insensível ás manifestações do famoso rei, declarando num dos seus escritos que: (nos seus estados cada um podia gozar à sua maneira) 

---- Próximo capítulo será no que toca a Portugal----

 


 

sinto-me:

publicado por JOCAR às 19:55
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